Não existe um modelo padrão Apenas o estilo de escrita. Cada clube escolhe com sua secretária, mas é bom observar alguns parâmetros para fazer de forma correta e organizada. Por exemplo, em atas manuscritas, o melhor é não pular linhas (a não ser na parte das assinaturas), não tem parágrafo, devem ser escritas num caderno próprio para atas, e todo espaço vazio deve ser inutilizado com um traço diagonal, com a assinatura do(a) secretário(a), é necessário numerar as folhas e abrir termo de abertura e encerramento, cuidado para não rasurar, pois perde o sentido de documento original. Se acaso ocorrer um erro utilize parênteses e continue com a palavra digo e escreva corretamente. A escrita tem um estilo um pouco diferente também, como o exemplo abaixo: Aos vinte e seis dias do mês de setembro de 2012, reuniu-se a comissão executiva do Clube de Desbravadores ( nome do clube) com a presença dos seguintes membros: Paulo Henrique da Silva Oliveir...
Ver todo um Mundo num grão E um Céu em ramo que enflora É ter o Infinito na palma da mão E a Eternidade numa hora. Um tordo rubro engaiolado Deixa o Céu inteiro irado… Um cão com dono e esfaimado Prediz a ruína do estado… Ao grito da lebre caçada Da mente, uma fibra é arrancada Ferida na asa a cotovia, Um querubim, seu canto silencia… A cada uivo de lobo e de leão Uma alma humana encontra a redenção. O gamo selvagem acalma, A errar por aí, a nossa alma. Se gera discórdia o judiado cordeiro, Perdoa a faca do açougueiro… A verdade com mau intuito Supera a mentira de muito. É justo que assim deva ser: É do homem a dor e o prazer; Depois que isso aprendemos a fundo, Seguros podemos sair pelo mundo… O inquiridor, que astuto se posta, Jamais saberá a resposta… O grito do grilo ou uma charada À dúvida dão resposta adequada… Quem duvida daquilo que vê Jamais crerá, sem como e porquê . Se duvidassem, sol e lua Apagariam a luz sua. Soltar ...
Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. De alguma forma a gota de chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora. Morte e ressurreição. Na dialética do amor, a própria dialética do divino. Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se tem nunca. É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta,a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro. Rubem Alves
Comentários
Postar um comentário