Não existe um modelo padrão Apenas o estilo de escrita. Cada clube escolhe com sua secretária, mas é bom observar alguns parâmetros para fazer de forma correta e organizada. Por exemplo, em atas manuscritas, o melhor é não pular linhas (a não ser na parte das assinaturas), não tem parágrafo, devem ser escritas num caderno próprio para atas, e todo espaço vazio deve ser inutilizado com um traço diagonal, com a assinatura do(a) secretário(a), é necessário numerar as folhas e abrir termo de abertura e encerramento, cuidado para não rasurar, pois perde o sentido de documento original. Se acaso ocorrer um erro utilize parênteses e continue com a palavra digo e escreva corretamente. A escrita tem um estilo um pouco diferente também, como o exemplo abaixo: Aos vinte e seis dias do mês de setembro de 2012, reuniu-se a comissão executiva do Clube de Desbravadores ( nome do clube) com a presença dos seguintes membros: Paulo Henrique da Silva Oliveir...
CIVISMO Como usar a bandeira nacional, a bandeira dos desbravadores e o banderin de unidade. Nacional: melhor hora de hastear, das 8 as 18h. Deve ser iluminada em caso de hasteamento noturno. No hasteamento junto com as outras bandeiras é a primeira a atingir o topo e a últimaa descer. Deve estar sempre na posição mais central possível entre outras bandeiras, e no mastro mais alto. Em desfiles, sem o mastro, será conduzida em posição vertical, ao centro da testa da coluna, se isolada: à direita, se houver outra bandeira; e à frente, e ao centro, se houver três ou mais bandeiras. Quando estiver muito gasta deve ser entregue a uma corporação militar, que a queimará em cermônia apropriada. Deve ser dobrada por suas pessoas. Não deixe a bandeira tocar o chão ou a água. Não por objeto algum sobre ela. Desbravador: Ao ser transportada deve ser posta num mastro de 2,30 m de altura e 1,5 polegadas de diâmetro. O nome do clube deve aparecer com destaque na...
Amor é isto: a dialética entre a alegria do encontro e a dor da separação. De alguma forma a gota de chuva aparecerá de novo, o vento permitirá que velejemos de novo, mar afora. Morte e ressurreição. Na dialética do amor, a própria dialética do divino. Quem não pode suportar a dor da separação, não está preparado para o amor. Porque o amor é algo que não se tem nunca. É evento de graça. Aparece quando quer, e só nos resta ficar à espera. E quando ele volta,a alegria volta com ele. E sentimos então que valeu a pena suportar a dor da ausência, pela alegria do reencontro. Rubem Alves
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